Conheça a história
A história de Ronison
Ronison tem apenas 13 anos, mas já carrega o tipo de dor que muitos adultos não suportariam.
Ele mora com a avó, Dona Cássia, em Canutama, uma cidadezinha do interior do Amazonas. Desde que nasceu, é ela quem cuida dele como um filho. A mãe foi embora — e ele escolheu ficar com quem sempre lhe deu amor: a vó.
Há quatro meses, Roni voltava pra casa quando uma tábua de uma ponte de madeira quebrou e bateu no joelho dele. Parecia nada. Nem foi ao hospital. Mas duas semanas depois o joelho começou a inchar, doer demais. Ele já não conseguia mais andar direito.
Canutama não tem estrutura. Pegaram um barco e viajaram QUATRO DIAS inteiros até Manaus — não tinham dinheiro pra ônibus. O primeiro médico disse que não era nada e mandou pra casa. O quadro só piorou. Voltaram. E veio a suspeita mais dolorosa: pode ser câncer.
Faz mais de um mês que esperam por uma biópsia para descobrir o tipo exato do tumor. Enquanto a fila não anda, o tumor cresce. A dor aumenta. E o medo de perder a perna tira o sono dos dois.
"Vovó, eu tô definhando na cama e não tô vendo resultado nenhum que possa me ajudar." — Ronison, chorando de dor.
Hoje eles estão abrigados na casa de um parente em Manaus, longe de tudo que conheciam. Sem comida. Sem dinheiro nem para o ônibus até o hospital. O Bolsa Família foi cortado. O pouco que tinham acabou. A avó desabafa: "Se eu pudesse, dava minha perna por ele..."
Mesmo com o tumor enorme e passando fome, Roni sonha em ser presidente um dia. Quer mudar o mundo, ajudar os outros, cuidar da avó.
Agora é a vez dele ser cuidado. Sua doação, mesmo pequena, paga a biópsia, o transporte, a comida e a chance dele NÃO PERDER A PERNA. Antes que seja tarde. 💙
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